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domingo, 13 de novembro de 2011

Jamanta


Giant pacific manta.jpgA jamanta (Manta birostris), também conhecida como manta, maroma (nos Açores), morcego-do-mar, peixe-diabo ou raia-diabo, é uma espécie de peixes cartilagíneos (Chondrichthyes) pelágicos, oceânicos da família Myliobathidae e a maior espécie actual de raias. Encontra-se nas regiões tropicais de todos os oceanos, tipicamente perto de recifes de coral.
A jamanta tem o corpo em forma de losango e uma cauda longa sem espinho e pode atingir oito metros de envergadura e mais de duas toneladas de peso. Estes peixes não têm verdadeiros dentes e alimentam-se de plâncton e pequenos peixes, sendo portanto inofensivos. Ocasionalmente, podem aproximar-se de um barco ou de mergulhadores e podem executar curtos “voos” fora da água. Têm a maior taxa de volume de cérebro em relação ao do corpo de todos os tubarões e raias.

Peixe-Prego



O peixe-prego (Echinorhinus brucus) é uma espécie de tubarão de águas profundas pertencente à família Echinorhinidae. Tem uma coloração púrpura acizentada a acastanhada, sendo a superfície ventral mais clara. Tem um focinho curto. O comprimento máximo observado é de 310 cm.
Ocorre nas águas de plataformas continentais e insulares.
Alimenta-se de tubarões menores, peixes ósseos e caranguejos.
É ovovivíparo e a fertilização é interna.

sábado, 12 de novembro de 2011

Tubarões:Cação-Bruxa

O cação-bruxa (Notorynchus cepedianus) é uma espécie de tubarão marinho, demersal, pertencente à família Hexanchidae. Habita todos os oceanos com exceção do Mar Mediterrâneo e do Oceano Atlântico, especialmente na plataforma continental. Possui sete fendas brânquias, o seu corpo é fusiforme (pode atingir os 3 m de comprimento) e a cabeça é larga. Apresenta uma coloração cinzenta prateada a acastanhada dorsalmente e branca ventralmente. Tem uma alimentação generalista. É uma espécie ovovivípara.
É potencialmente agressivo para o Homem, sobretudo se provocado.

 


 

Novidades:Variedade africana de rinoceronte é considerada extinta

IUCN atualizou a 'lista vermelha' das espécies ameaçadas de extinção.
Rinoceronte-negro-do-oeste não existe mais na natureza, declara união.




Rinoceronte-negro de variedade ainda não extinta é transportado de helicóptero na África do Sul para formar novas populações em outra parte do país. O rinoceronte-negro-do-oeste não teve a mesma sorte e acabou extinto. (Foto: Green Renaissance)Rinoceronte-negro de variedade ainda não extinta é transportado de helicóptero na África do Sul para formar novas populações em outra parte do país. O rinoceronte-negro-do-oeste não teve a mesma sorte e acabou extinto.

 
Uma atualização da chamada lista vermelha das espécies ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) tornou oficial a extinção do rinoceronte-negro-do-oeste (Diceros bicornis longipes).
Essa subespécie de rinoceronte-negro ultimamente só era encontrada em Camarões. No entanto, em 2006, quando se fez a última grande busca pelo animal na natureza, nenhum exemplar foi encontrado e, desde então, jamais se voltou a ver.
Seu primo, o rinoceronte-branco-do-norte (Ceratotherium simum cottoni) também está seriamente em risco, e aparece na categoria “possivelmente extinto na natureza". O rinoceronte-javanês (Rhinoceros sondaicus) segue pelo mesmo caminho.
Mamíferos em risco
A IUCN monitora o estado de conservação de 61.900 espécies. Ela informa que 25% dos mamíferos do planeta estão ameaçados. Medidas de proteção poderiam salvar as espécies do desaparecimento.
Um exemplo de sucesso desse tipo de iniciativa é o rinoceronte-branco-do-sul (Ceratotherium simum simum), que, graças a políticas de conservação, viu sua população aumentar de menos de 100 animais no fim do século 19, para mais de 20 mil, atualmente.
O cavalo-de-Przewalski (Equus ferus przewalskii), tido como extinto em 1996, já tem uma população de mais de 300 espécimes, graças a um programa de reprodução.

Cavalos selvagens galopam pela zona de exclusão de Chernobyl. (Foto: Dennis Barbosa/G1)
Cavalos-de-Przewalski vivem em estado selvagem na Ucrânia.

ZOO de Guarulhos




Venha conhecer o zoo de Guarulhos várias atrações:
                                                                            LEÕES
ONÇA-PINTADA

Locais de entreterimento, Museus e muito mais.
E ainda é gratuido, saiba mais no site http://www.guarulhos.sp.gov.br/zoologico/. ESPERAMOS SUA VISITA.
:)

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Tubarão-Albafar

O tubarão-albafar (Hexanchus griseus) é uma espécie de tubarão da família Hexanchidae.
Pode atingir os 5m de comprimento e os 600 kg de peso.
Está associado a habitats marinhos de recife, até 2300m de profundidade.
Ocorre em zonas subtropicais.
Pouco se sabe sobre a espécie, mas é certo que nada, também nos Açores e na Madeira, a uma profundidade não superior a 100m. Essa é uma das evidências de que ainda existe uma vasta área cinzenta no que se sabe do tubarão albafar: não seria de esperar encontrar membros da espécie abaixo dos 100m, mas este tubarão foi filmado a cerca de 1000m de profundidade e há relatos de capturas a 2500m.

 Outras designações

  • Cabo Verde:
    • Albafora
    • Albafar
    • Olho-verde
  • Portugal:
    • Albafar (Açores e Madeira)
  • Brasil:
    • Cação-bruxa
  • Moçambique:
    • Canhabota cinzenta

Novidades:Britânico flagra tubarão-branco perseguindo e atacando foca na África do Sul.



 
O britânico David Yarrow conseguiu capturar o momento exato em que um tubarão-branco devora uma foca na costa da África do Sul. O fotógrafo estranhou a velocidade da presa, que se movia rápido demais. E logo foi surpreendido pelo animal gigante, saindo da água.

David viajou foi à África do Sul para fotografar. Segundo o jornal “Daily Mail”, ele passou 27 horas em um barco, tentando fotografar o tubarões-brancos que caçavam de madrugada. Depois de muitas horas de espera, o paciente britânico capturou a impressionante sequência de imagens, a menos de dez metros da embarcação. “ A perseguição durou cerca de três minutos e foi um comportamento animal que poucos tiveram a oportunidade de testemunhar. A imagem crua vai ficar na minha memória pelo resto da minha vida”, disse ele.


A foca nadava rapidamenteO tubarão-branco conseguiu alcançar o animalA foca não conseguiu escaparO tubarão atacou a foca